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terça-feira, 20 de outubro de 2009

A proposta!




Desculpem a ausência. Passei quase a semana inteira na ponte-aérea. Minha mãe inventou um jantar para recepcionar o filho de um amigo que chegou da Inglaterra e adivinha?! Lá fui eu ter ajudar a preparar uma explêndida recepção para um completo desconhecido nerd de Oxford!
Nessa recepção ao tal rapaz, descobri que ele é amigo de um ex  meu q prefiro chamar de Léo. Os dois fazem univercidade juntos e agora estão de volta ao Brasil. Léo no entanto vai voltar para a Inglaterra depois das festas de fim de ano. Ele está noivo e se casará em abril do ano que vem. Não pude deixar de sentir uma certa inveja da noiva... Léo é tudo de bom!!!! Nos conhecemos pouco antes de eu vir para o Rio. Ele sempre passa o fim de ano no Brasil. É mulherengo e eu dei mole. Já viu onde fomos parar... Exato! A primeira vez aconteceu na escada do prédio enquanto todo mundo via a virada do ano da sacada dentro do apartamento da família dele. Depois disso aconteceram outras vezes em diversos lugares diferente. Nos dávamos muito bem porque qualquer hora era hora e qualquer lugar era lugar! E isso realmente apimenta a relação. Fora que ele tem um jeito de pegar pela cintura q minhas pernas tremem só de lembrar. Nosso grande problema é q só nos entendíamos nesse ponto. E foi assim, com essa pegada de cintura, que ele veio me dizer "Oi". Conversamos, bebemos, eu, ele e o tal nerd de Oxford (que até é bonitinho e bem simpático). No fim da festa, o Léo veio com uma garrafa de champanhe e duas taça me convidando para a cobertura. "Por que não?!" pensei.. Então fomos. Bebemos mais um pouco(dessa vez só eu ele) e depois de dez minutos eu já estava imprensada na parede com ele me sustentando, beijando meu pescoço e minha boca... Senti falta daquele beijo, daquele corpo bruto, daquele toque pesado e ao mesmo tempo leve. Não sei como explicar o que aconteceu, estávamos num momento nostálgico de nós dois e de repente... Mas foi muito bom!
Depois de tudo ele ainda me levou para casa e na porta do meu prédio fez a tal proposta: "Queria que você fosse minha despedida de solteiro." Como assim????!!!! Pois é.. Certa vez viajamos para os EUA e em uma das cidades que passamos assistimos a um show da artista burlesca Dita Von Teese. E eu caí na besteira de dizer pra ele que um dia faria um show do tipo particular para ele. Agora ele veio cobrar. Inicialmente eu pensei em dizer não, afinal ele está noivo! Mas depois caiu a ficha: "eu acabei de transar com ele na cobertura do salão!" Disse que ia pensar no caso. Nem preciso dizer que minha auto-estima foi lá pra cima, né?! O cara é lindo e tem grana para contratar qualquer acompanhante de luxo com muito mais prática do que eu para fazer esse tal showzinho...
Para quem ficou curioso, segue um vídeo com um  show bem parecido com que nós assistimos.



quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Prazer em conhecer!


Olá curiosos que estão acessando minha página. Esta é a primeira postagem de muitas que pretendo fazer. Não sei por quanto tempo, não sei se periodicamente ou diariamente. Mas estarei postando sempre sobre meu lado bom e meu lado obscuro. Antes de mais nada, não se enganem... Nora é apenas um apelido. Meu nome não pretendo revelar. Sim, eu quero me esconder. Porque sou de família tradicional e famílias tradicionais são "perfeitas". Fazem boas festas. Fazem bons casamentos. Fazem bons negócios. Eu não quero estragar nada... só quero poder desabafar e dividir minhas experiências sem correr riscos.
Não sou santa... e aqui pretendo despejar um pouco de mim mesma sem precisar me preocupar com protocolos de etiqueta social.
Eleonora é como navego na rede. Nora se preferirem. Moro na cidade do Rio de Janeiro. Não sou carioca mas gostaria. Adoro essa cidade! Nasci em São Paulo. Resolvi morar no Rio aos 17 anos e meio. Inventei um curso para o meu pai e cá estou. Seis meses depois ele veio com minha mãe, mas ela prefere a sociedade paulistana. Então ficamos somente eu e meu pai, que vejo no café da manhã apressado para o escritório. Às vezes ele trabalha em casa em dias, como hoje por exemplo, que o Rio está desabando em água. Eu preciso sair de qualquer jeito... Pelo menos o curso fica perto de casa... Minha mãe quase não vem para o Rio, sendo assim a vejo pouco e meu pai quase sempre está em São Paulo, assim sendo passo pouco tempo com ele. Me resta então meus queridos desconhecidos da internet para fazer companhia quando estou sozinha.
Não, eu não pretendo voltar para São Paulo. O Rio me deu uma liberdade que não tinha antes, e não quero abrir mão dela tão cedo.
Bem, não espero que todos amem meu espaço, mas que pelo menos se sintam à vontade.